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O CRISTO FILIPE TOLEDO
Voltar  Home  Imprimir esta página   16/05/2017


O surfista top mundial, Filipe Toledo, que anda barbarizando nas suas apresentações e performers dentro e fora do tour da WSL, foi colocado dentro de uma bela polemica pelos então subjetivos julgamentos praticados pelo corpo de juízes da instituição. Há que se lamentar a forma como ocorreu o fato e enumerar que foi mais uma vez com o mesmo surfista. No evento passado na Austrália em Bells Beach, o atleta foi envolvido num fato envolvendo o surfista hawaiiano, Ezequiel Lau, onde o protagonista foi Lau que dropou na mesma onda após Filipe já ter subido na prancha. Os senhores todos poderosos das notas, os juízes, acabaram por dar primeiro a vitória do heat a Filipe. Mas depois de reverem por muitas vezes o replay da onda, voltaram atrás no resultado e confirmaram a vitória a Ezequiel numa novidade de argumentação, nunca dante visto. Agora no Rio em Saquarema, etapa do mundial no Brasil, pais onde o atleta Toledo nasceu acontece esse fato numa disputa de onda corriqueira do terceiro round, onde o afetado o ianque Kanoa Igarashi nada sofre, pois acaba realizando sua onda até o final. Certo que existem regras claras no famoso Rule Book da WSL, mas conforme o fato se desdobrou não haveria motivo para o atleta ser punido com tanta rigidez, pois prontamente ele se retirou da onda. Poderia, poderia, prevalecer também o bom senso neste momento. Coisa que não rolou e finalizou o heat numa bateria fraca, sem muita ação extrema no mar e de extrema relevância em terra. O surfista Filipe após o heat foi ao palanque já sabendo de sua derrota e tentou ser ouvido e querer ouvir. Mas o quadro que se formou foi de completa ignorância ao fato ocorrido com o surfista derrotado, que foi barrado por seguranças e que no calor da situação soltou alguns adjetivos. Resumo; o surfer além de ter sido varrido do evento competitivamente, foi responsabilizado pelos adjetivos e conduta pessoal. Agora vamus raciocinar; viajar por meses, de aeroporto em aeroportos, sofrendo pressão por resultados e conscientes que a coisa tá esquentando em termos de evolução técnica, além de se fazer o que se gosta direto, acumula uma carga de stress, isso também se o camarada pensar que A GRANA que está em jogo vale a pena para a família, para o filho recém nascido, para o complemento de custos para a próxima etapa, deixa nego fulo, puto da cara, consigo mesmo e com o ambiente quando perde bateria. Então posso concluir que esse tipo de movimentação e ação que Filipinho protagonizou não é o fim do mundo, para se tornar um Cristo dentro do circo da WSL. Onde o tal Pilatos Ditador lava as mãos e o povinho brasillis pede a cabeça de seu representante. Segundo Ricardo Toledo; “o quadro de juízes da instituição merecem ser reciclados”. E já vai tempo! Que Deus traga clareza a todos e segue o circo do Tour pelo planeta afora. Por Castro Pereira Fotos Luciano Cabal, Poullenot e Sherman/WSL


  

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